CEBDS integra comitê consultivo que apoiará construção da Taxonomia Sustentável Brasileira

Ministério da Fazenda anunciou membros do Comitê Consultivo do Comitê Interinstitucional da Taxonomia Sustentável Brasileira (CITSB) 

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) foi anunciado, em 8 de junho (sábado), como membro do Comitê Consultivo do Comitê Interinstitucional da Taxonomia Sustentável Brasileira (CC-CITSB). 

Presidido pelo Ministério da Fazenda, o CITSB é responsável por desenvolver e acompanhar a implementação de um sistema de classificação de atividades, ativos e projetos alinhados à estratégia brasileira para a sustentabilidade. 

A taxonomia sustentável viabilizará o investimento em práticas alinhadas à economia de baixo carbono. O termo, originado da biologia, refere-se à ciência de descrever, identificar e nomear os seres vivos. Recentemente, o conceito foi adotado na economia, especialmente no contexto ambiental, social e de governança (ESG).

O Comitê Consultivo terá o papel de contribuir para que diferentes setores da sociedade participem das discussões. Como voz do setor empresarial para o desenvolvimento sustentável, o CEBDS poderá levar para a iniciativa um olhar transversal, a partir de discussões com as empresas associadas, de diferentes setores da economia brasileira. Além disso, o CEBDS poderá oferecer apoio técnico, cooperando para que a taxonomia brasileira esteja alinhada às melhores práticas internacionais. 

“Estamos entusiasmados em fazer parte do Comitê Consultivo, e contribuir para a construção de um marco regulatório robusto e adaptado às demandas do Brasil. A Taxonomia Sustentável Brasileira é uma ferramenta vital para direcionar investimentos para atividades sustentáveis, proporcionando segurança jurídica, competitividade e mitigando riscos macroeconômicos. Esse é um passo fundamental para nossa transição para uma economia de baixo carbono com justiça social”, afirma Marina Grossi, presidente do CEBDS.

A Taxonomia Sustentável é um dos temas do Plano de Transformação Ecológica do governo federal, dentro do eixo de finanças sustentáveis. Esse debate é conduzido pelo Ministério da Fazenda, com a participação do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Superintendência de Seguros Privados (Susep), entre outras organizações. Em julho do ano passado, o CEBDS entregou ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, um documento com recomendações nos seis eixos, destacando a importância da taxonomia para mobilizar recursos públicos e privados em escala para atividades conectadas à transformação ecológica no Brasil.

Para mais informações, clique para ver o Decreto 11.961 de 22 de março de 2024 e o site da Taxonomia Sustentável Brasileira.

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