Complexo Eólico Cajuína

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O case Complexo Eólico Cajuína, uma colaboração da Microsoft e Auren Energia, antiga AES Brasil, tem como objetivo impulsionar a transição para uma matriz energética mais limpa e inclusiva no Brasil. Com um contrato de 15 anos para aquisição de energia renovável, a Microsoft viabiliza a operação de 154 MW de capacidade instalada dos 684 MW de potência do parque eólico Cajuína, no Rio Grande do Norte, o suficiente para abastecer cerca de 250 mil residências e evitar a emissão de 28,7 mil toneladas de CO2 por ano.

Abastecendo 250 mil residências com energia limpa.

Metodologia

Após identificar a necessidade de acelerar sua transição energética e cumprir as metas de sustentabilidade de se tornar carbono negativa até 2030, a Microsoft adotou uma abordagem estratégica baseada em quatro pilares principais. O primeiro é a colaboração com a Auren Energia, estabelecendo um contrato de 15 anos para aquisição de energia renovável gerada pelo Complexo Eólico Cajuína, garantindo previsibilidade energética e viabilizando o investimento no parque. O segundo pilar é a infraestrutura de alta performance e baixo carbono, com 154 MW de capacidade instalada do complexo, suficiente para abastecer 250 mil residências e evitar a emissão de 28,7 mil toneladas de CO2 por ano. O terceiro pilar é a inovação social com equipe 100% feminina; a operação e manutenção do complexo são realizadas exclusivamente por mulheres, promovendo diversidade de gênero e inclusão, resultado de um programa de formação do SENAI-RN em parceria com a Auren para capacitação técnica em operação e manutenção de parques eólicos. O quarto pilar é o alinhamento com metas globais de sustentabilidade, contribuindo para que a Microsoft opere com energia 100% limpa até 2025, alcance carbono negativo até 2030 e esteja alinhada ao Plano de Transição Ecológica do Governo Federal.

Redução de 28,7 mil toneladas de CO2 por ano com energia limpa.

Resultados

O Complexo Eólico Cajuína possui 684 MW de capacidade instalada, dos quais 154 MW são destinados ao contrato com a Microsoft, volume suficiente para abastecer cerca de 250 mil residências e evitar a emissão de 28,7 mil toneladas de CO2 por ano. A operação e manutenção do parque são conduzidas por uma equipe 100% feminina, resultado da criação de um curso de Especialização Técnica em Operação e Manutenção de Parques Eólicos em parceria com o SENAI/RN, que facilitou a seleção e recrutamento de profissionais qualificadas, promovendo inclusão de gênero em um setor historicamente masculino. O projeto contribui diretamente para os compromissos da Microsoft de operar com energia 100% limpa até 2025 e se tornar carbono negativa até 2030.

Contribuição direta às metas globais: energia 100% limpa até 2025 e carbono negativo até 2030.

Material de Apoio